O mercado que as administradoras de condomínios disputam nunca foi tão grande. Segundo dados do Instituto Nacional dos Condomínios (INCC) compilados pelo jornal Estado de Minas, o Brasil passou de 420 mil condomínios em 2016 para mais de 520 mil em 2024, um crescimento de 23,8%, com movimentação anual superior a R$300 bilhões.

Um mercado maior e mais exigente

Ao mesmo tempo em que o bolo cresce, a régua sobe. A demanda por gestão profissional avança em todo o país, como registra o setor de síndicos profissionais, e o cliente condomínio compara fornecedores com mais critério. Nesse cenário, a assembleia é o momento de maior exposição da administradora: é ali que a carteira inteira vê, ao vivo, a qualidade do serviço.

O risco que recai sobre a empresa

Quando uma assembleia conduzida pela administradora é contestada, o desgaste e o custo jurídico respingam na empresa. Com o crescimento documentado de ações judiciais envolvendo condomínios, improvisar deixou de ser uma opção aceitável.

Padronizar é a resposta

A lógica que as administradoras mais organizadas vêm adotando é simples: um único processo digital para todas as assembleias da carteira. É o que oferece o Assembleia Legal nos planos Partner: gestão de múltiplos condomínios em um único login, check-in digital, procurações validadas, votação rastreável e atas profissionais entregues automaticamente ao final de cada reunião. Os planos partem de R$99,90 por mês para até cinco condomínios, o que representa a partir de R$6,66 por condomínio ao mês no plano de trinta.

Além de reduzir risco, a assembleia digital vira produto: uma nova linha de receita e um diferencial de proposta comercial na hora de captar e reter condomínios.

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